quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Depois de mais de um mês sem vir, sem tempo ou vontade de me sentar ao computador, hoje senti finalmente necessidade de voltar. Com o tempo contado, somos obrigados a definir prioridades e por esse motivo acabei por colocar o blogue de lado. Mas hoje cá estou, diretamente do meu telemóvel com aquela vontade de desabafar que me caracteriza. Já sabem que a escrita é a forma de me libertar e embora nunca tenha deixado de escrever, no caderno que me acompanha diariamente, hoje senti que precisava de partilhar os meus pensamentos.
Lembro-me de dizer à minha filha que o bom nunca poderia existir sem o mau, que é assim que o mundo se equilibra, mas por mais que tente, não consigo entender a maldade. Sei que existe muita falta de amor, de carinho e atenção por aí. Sei que dói e se dependesse de mim ninguém viveria sem amor, mas também sei que independentemente daquilo que nos rodeia e envolve, estamos nós, o nosso eu, a nossa personalidade e que somos nós os maiores responsáveis pela forma como nos moldamos. Se é fácil? De todo. Com o mau, aprendi a ser melhor, aprendi o que se deve e não se deve fazer, aprendi que se queremos e precisamos de paz, é em nós que devemos trabalhar (e não, isto não são frases feitas), que o amor não se pede, não se força e que só dando amor, a quem o merece, e isto é muito importante, poderemos receber amor. A minha família está longe de ser perfeita, mas sei, sinto que é o amor que nos move e apesar de todos os nossos defeitos, gostaria tanto que toda a gente pudesse sentir um amor assim.  E sei perfeitamente que a maldade está desse lado do ecrã, na porta ao lado das nossas casas, no meio da multidão, mas na minha bolha só entra amor, tudo o resto fica do lado de fora e sem possibilidade de penetrar. É a minha bolha, o meu mundo e a minha família será única e exclusivamente feita de amor. Já não tenho certezas absolutas, mas sei que a maldade não é nem nunca será o caminho.  Curem as vossas feridas e sejam amor por favor.


segunda-feira, 15 de outubro de 2018






O que posso dizer acerca desta minissérie?! Sinceramente nem sei bem por onde começar… é estranha, confusa, nada faz sentido e no entanto é tão, mas tão boa. 
É constituída por 10 episódios com cerca de 40min e não consegui simplesmente parar de ver. É intrigante, engraçada e extremamente inteligente. 
Fala-nos das relações humanas, da nossa mente e o seu poder e, curiosamente deixa-nos com uma sensação de felicidade que não faço ideia de onde vem, mas que é bem real. 
Emma Stone e Jonah Hill estão perfeitos no seu papel, mas na verdade, todas as personagens são incríveis. 
A sério, vejam e vejam até ao fim, porque é realmente fantástica!